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	<title>NEW ART - Agência Web</title>
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		<title>Redes Sociais como ferramentas de Marketing</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 20:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodolfo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Redes sociais como ferramentas de marketing por: Olimpio Araujo Junior Há alguns anos, podíamos considerar “Rede Mundial de Computadores” como uma boa definição para a internet. Com a popularização das redes sociais, ferramentas Wiki, Blogs, microblogs, jogos online, e outras centenas de formas de interação através da Web, podemos dizer hoje que a melhor definição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Redes sociais como ferramentas de marketing </strong><br />
por: Olimpio Araujo Junior</p>
<p>Há alguns anos, podíamos considerar “Rede Mundial de Computadores” como uma boa definição para a internet. Com a popularização das redes sociais, ferramentas Wiki, Blogs, microblogs, jogos online, e outras centenas de formas de interação através da Web, podemos dizer hoje que a melhor definição para a internet é “Rede Mundial de Pessoas”.</p>
<p>Já não é novidade para ninguém a importância da internet como canal de comercialização, de comunicação e de marketing. Várias pesquisas tem apontado o e-Commerce superando as vendas no varejo tradicional. A audiência na Internet no Brasil já é maior que a de muitos progamas da TV, assim como a venda de computadores já superou a venda de televisores desde 2007.</p>
<p>Os consumidores cada vez mais tem mudado a forma como se relacionam com as marcas, produtos e serviços. A partir do advento das redes sociais e do que chamamos de Web 2.0 (Internet colaborativa e interativa), todo o poder passa para a mão dos consumidores. São eles que decidem se os seus produtos vão ter ou não sucesso, através da divulgação viral (Buzz Marketing), seja ela positiva ou negativa.</p>
<p>Em muitos dos meus cursos sobre web marketing, alunos costumam fazer o seguinte questionamento: “E se minha empresa não quiser entrar nas redes sociais?”. Costumo responder da seguinte forma: “Desculpe, mas isto não é uma escolha sua”. Se sua empresa existe e seu produto ou serviço tem alguma relevância no mercado, pode ter certeza, os consumidores já estão falando sobre ele na internet.</p>
<p>Por estes e outros motivos, quando falamos de relacionamento com o consumidor, as redes sociais se tornam ainda mais relevantes, pois até mesmo aquela máxima que afirmava que uma pessoa insatisfeita faz propaganda negativa de seu produto para 10 outros consumidores, já está superada. Hoje um consumidor insatisfeito divulga sua frustração para milhares de outros consumidores através de redes sociais, chats, blogs entre outros meios.</p>
<p>Por outro lado, os consumidores apaixonados por marcas ou simplesmente satisfeito com seus produtos e serviços, terão o poder de recomenda-lo direta ou indiretamente para outros centenas ou milhares de consumidores que tenham acesso aos seus comentários.</p>
<p>O grande problema hoje é que grande parte das empresas ainda não conseguiram adequar as suas áreas de comunicação e de marketing, esta mudança de comportamento, e grande parte dos profissionais de marketing, de comunicação e de publicidade, ainda não aprenderam a interagir com este novo perfil de consumidor. Neste novo contexto, as ferramentas tradicionais de marketing e de publicidade perdem efeito. Profissionais como o publicitário, precisam reinventar sua atuação e cada vez mais disputar espaço com assessores de imprensa e relações públicas, que neste ambiente interativo, conseguem resultados muito mais efetivos.</p>
<p>Outro ponto que diferencia esta mídia, é que nas redes sociais é muito negativo fazer propaganda, desta forma, o que reina é o conteúdo. Um dos segredos do marketing em redes sociais é entender que apenas seu site é território livre, então todas as ações devem direcionar para ele, porém, para que isto de resultado, o trabalho é muito maior que no marketing de massa, pois exige do profissional um trabalho customizado por nichos, e com interação individualizada para cada consumidor.</p>
<p>Discutir redes sociais é um longo assunto, e o mais importante é entender que tudo ainda está em construção, para encerrar este artigo, minha principal dica é, aventure-se, mergulhe de cabeça, invente novas formas de interagir, é através da ação e da experimentação, da tentativa e do erro que conseguimos evoluir e chegar até aqui.</p>
<p>Publicado em 23/10/2009 – Revista Conexão Mercado</p>
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		<title>Google! Não tenha medo ele é seu amigo!</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 01:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodolfo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google sabe tudo sobre você. Muitos já ouviram esta frase. Pois é fato que o Google acumula informações de usuários de todo o mundo, e com isso detém um poder incrível sobre todos. Entregamos de bandeja todas as nossas informações quando &#8220;googleamos&#8221; realizando pesquisas e usufruímos das ferramentas que o Google nos coloca à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google sabe tudo sobre você. Muitos já ouviram esta frase. Pois é fato que o Google acumula informações de usuários de todo o mundo, e com isso detém um poder incrível sobre todos. Entregamos de bandeja todas as nossas informações quando &#8220;googleamos&#8221; realizando pesquisas e usufruímos das ferramentas que o Google nos coloca à disposição. Sem hesitar estamos lá, entregando tudo. Precisou?! Tem no Google. Cada vez mais informamos o que gostamos, o que necessitamos e o que desejamos. De acordo com isso, o Google trabalha para nos saciar e continuar no poder. Ao mesmo tempo que nos influência e nos atrai com suas inovações, ele reflete o comportamento da sociedade, nos direcionando, campanhas, sites e ferramentas que vem criando.</p>
<p>Nós o alimentamos constantemente e contribuímos para o seu crescimento. É um relacionamento viciante e dependente, de força e de poder, onde todos os envolvidos são protagonistas. O que torna muito mais difícil para seus concorrentes. Os mais viciados, tem o Google como página inicial em seus micros, e mordem várias vezes ao dia algumas dessas iscas: Orkut, Picasa, Blogger, Gmail, Google Chrome, Google Docs, Google Maps, Earth, Calendar, AdWords, Adsence, Alertas, Analytics, Catalog Search/Product Search, Checkout, FeedBurner, Finance, Grupos, Pesquisa de Imagens, Toolbar, Translate&#8230;</p>
<p>Ufa!! Cansou? Não para por aí.</p>
<p>Se usamos o Google, estamos no Google e de alguma forma somos monitorados, e não apenas a quem confiamos nossas intimidades saberão sobre elas, e sim todos aqueles que de alguma forma buscam informações sobre nossos hábitos e principalmente tendências. Ainda não existem regras para o comportamento digital, muitos campos devem ser estudados e analisados com objetivo de controlar a privacidade de nós cidadãos. A privacidade hoje, pode se entender por outros conceitos. Diferentes daquele que há muito, mas muito tempo atrás se dizia como “intimidade pessoal e de grupos definidos”.</p>
<p>Se fossemos pensar em teorias de conspiradores, de que o Google tem planos mirabólicos para todas essas “identidades” que tem armazenado, ficaríamos de cabeça virada. Pois já não pensamos mais no que estamos externando quando usamos essas ferramentas. É automático. E nem poderíamos. Nos tornaríamos neuróticos e voltaríamos aos velhos métodos de comunicação e pesquisa, carta via correio, enciclopédias, guias e mapas,nossas fotos somente seriam colocadas em porta-retratos e álbuns.</p>
<p>Mas não há motivos para grandes preocupações. Devemos é utilizar todas estas ferramentas inovadoras e facilitadoras do Google, assim como de outras tecnologias, com cuidado. As informações que transmitimos a esses grandes bancos de dados, dentro deste contexto virtual, ainda podem ser vistas apenas como nossa contribuição para que novas tecnologias sejam criadas para nosso benefício</p>
<p>Se usamos estes instrumentos digitais do Google diariamente como fonte de informação, diversão e pesquisa, certamente milhares de consumidores fazem o mesmo, com isso, podemos também usar de criatividade e talento para tirar proveito desse tanto de informação e alcance, para alavancar nossos negócios e conquistar espaço com o mesmo alcance e influência “googleana”.</p>
<p>São milhões de usuários no mundo, se encaixando neste tabuleiro, alimentando dia a dia com suas pecinhas para que o Google capte e monte este giga quebra cabeça. Aproveite e monte o seu também.</p>
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		<title>Site estático ou site dinâmico? Qual deles é melhor?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 01:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodolfo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Webdesign]]></category>
		<category><![CDATA[Site dinâmico ou estático?]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro, como de costume, vamos às definições. Não vou falar aqui sobre tecnologias de servidor, banco de dados e protocolos de internet, que têm muito a ver com sites estáticos versus sites dinâmicos. Na prática, para quem não precisa entender tanto de tecnologia, um site estático possui duas características básicas: 1 – Somente o desenvolvedor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro, como de costume, vamos às definições.</p>
<p>Não vou falar aqui sobre tecnologias de servidor, banco de dados e protocolos de internet, que têm muito a ver com sites estáticos versus sites dinâmicos.</p>
<p>Na prática, para quem não precisa entender tanto de tecnologia, um site estático possui duas características básicas:</p>
<p>1 – Somente o desenvolvedor pode efetuar a atualização de conteúdo.</p>
<p>Para criarmos novas páginas e, consequentemente, novos links, o webdesigner deve criar novos arquivos html’s e publica-los no servidor.</p>
<p>2 – Não são possíveis interações complexas com o site (efetuar buscas, cadastros de usuários, login etc)</p>
<p>Já um site dinâmico:</p>
<p>1 – Pode ter uma área de administração do site.</p>
<p>Isso significa que, desde que contemplado no projeto, qualquer pessoa pode incluir, excluir ou editar suas páginas, como, por exemplo, páginas de produtos ou notícias, sem ficar “preso” ao fornecedor.</p>
<p>2 – É possível criar sistemas mais complexos dentro do site, como por exemplo: um sistema de busca, cadastro de usuário, sistema de login, envio de newsletter ou simplesmente um formulário de contato.</p>
<p><strong>E qual deles é melhor?</strong></p>
<p>Depende. Há casos em que um site dinâmico é a melhor alternativa, mas também há situações em que não. (Algumas vezes, os profissionais que trabalham com programação irão dizer que sites dinâmicos são melhores dos que os estáticos).</p>
<p><strong>A melhor alternativa é a que tem a melhor relação custo x benefício.</strong></p>
<p>Vamos imaginar um site de uma indústria farmacêutica. Sabemos que em empresas de pequeno e médio porte não há uma atualização constante de seus produtos e, além disso, não há a possibilidade de vender medicamentos pela internet, pois a maior parte destes medicamentos exige receita médica. Digamos que neste tipo de indústria um novo produto é criado a cada três meses. Vamos supor também que a cada quatro anos a indústria farmacêutica tenha que refazer todo o seu site por uma questão mercadológica, para não ficar com um site ultrapassado, isso significa que a cada quatro anos 16 novos produtos são criados.</p>
<p>Temos que:</p>
<p>4 produtos por ano x 4 anos = 16 novos produtos.</p>
<p>O que é mais prudente para esta empresa? Criar um sistema de administração para  incluir, sem depender de um fornecedor, novas páginas para os novos produtos, ou desenvolver um site estático e contratar um fornecedor para fazer essa atualização quando necessária?</p>
<p>Sem levar em conta outras questões como possibilidade de efetuar buscas no site, login para criar acesso restrito aos medicamentos ou qualquer outra “inteligência” do sistema, para responder essa questão, precisamos saber o custo de cada atualização e o custo para a criação de um site dinâmico. Só assim podemos fazer as contas e contratar o que for mais vantajoso para a empresa.</p>
<p>Não há uma regra definida. O que há é um bom senso. Quando estamos na fase de projeto de um site, muitas vezes o cliente pede funcionalidades que usará muito pouco ou que não usará nunca, aumentando significativamente o custo para a empresa.</p>
<p>Eu já participei de um projeto em que o cliente pediu um sistema de envio de emailmarketing, cheio de funcionalidades, como blacklist, por exemplo, que só é usado para mandar cartões de natal. Não seria mais vantagem ter contratado uma empresa específica para envio desses e-mails? Muitas vezes o cliente, na maior das boas intenções, pede um sistema mais robusto do que ele precisa. De que adianta criar um sistema para cadastro de notícias em um site se os colaboradores da empresa não têm tempo para incluir essas notícias? Não seria mais prudente contratar uma empresa de clipping marketing?</p>
<p>Não estou aqui dizendo o que é certo ou errado. Só estou dizendo que vale perder algumas horas no projeto e saber o que é realmente necessário para evitar custos desnecessários, o que, no futuro, pode virar frustração por não utilizar todos os recursos que foram desenvolvidos.</p>
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		<title>Para quer ter um Web site? É Necessário?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 01:13:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodolfo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Soluções]]></category>
		<category><![CDATA[Para que um Website?]]></category>

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		<description><![CDATA[Você ainda não tem um website? Que pena! Seu concorrente já. Em um mundo globalizado, ter um site na internet não é mais um luxo para poucos, e sim uma regra geral para empresas que querem sobreviver em um mercado cada vez mais agressivo. Mas sempre há tempo! Ter uma página na internet se tornou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você ainda não tem um website? Que pena!<br />
Seu concorrente já.</strong></p>
<p>Em um mundo globalizado, ter um site na internet não é mais um luxo para poucos, e sim uma regra geral para empresas que querem sobreviver em um mercado cada vez mais agressivo.</p>
<p><strong>Mas sempre há tempo!</strong></p>
<p>Ter uma página na internet se tornou indispensável para empresas de todos os tamanhos: grande, médio ou pequeno porte. Esta ferramenta possibilita comunicação junto ao seu cliente sobre os seus produtos e serviços, apresentando seus diferenciais. Mas não basta ter um site &#8220;bonitinho&#8221; e esperar que chova clientes! Pelo contrário, ter um site na internet é apenas o primeiro passo para a empresa que está &#8220;engatinhando&#8221; no mundo virtual, é o começo de muito trabalho para que essa ferramenta seja utilizada de forma inteligente, que possa corresponder positivamente ao tempo e dinheiro investidos.</p>
<p>Cerca de 95% das empresas que atualmente estão na internet não obtêm o sucesso esperado. Porquê? Simples: quem o produziu não pensou no público alvo do site, pensou apenas no &#8220;design&#8221; da página.</p>
<p>Antes de começar a desenvolver um projeto web, é necessário saber o que seus clientes querem quando entram em seu site, é necessário satisfazê-los, cativá-los para que se sintam seguros em relação a sua empresa, e percebam os valores que a destacam no mercado!</p>
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		<title>A verdade sobre as velocidades de conexões&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 01:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodolfo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Conexões Banda Larga]]></category>

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		<description><![CDATA[Suponha que você tenha ido ao supermercado comprar um quilo de carne para o jantar e, quando chega em casa, nota que o pacote está muito leve. Você volta ao estabelecimento e reclama com o gerente, só para ouvir que o rótulo diz &#8220;no máximo um quilo” e que o jeito é se conformar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Suponha que você tenha ido ao supermercado comprar um quilo de carne para o jantar e, quando chega em casa, nota que o pacote está muito leve. Você volta ao estabelecimento e reclama com o gerente, só para ouvir que o rótulo diz &#8220;no máximo um quilo” e que o jeito é se conformar com isso.</p>
<p>Qualquer um ficaria furioso. Mas este estratagema aparentemente ridículo é usado todo dia por provedores de banda larga em todo o país. Não acredita? Verifique seu contrato. No meu caso, a AT&amp;T diz que posso ter velocidades de download de “até” 3 Mbps, e upload de “até” 384 Kbps. O que eu tenho? Velocidades de download que, na média, são cerca de 15% mais lentas, dependendo da hora do dia, e velocidades de upload que são mais ou menos como prometido.</p>
<p>Você pode fazer as contas. Um arquivo grande, como um álbum de fotos ou um backup, que leva 120 minutos para baixar a 3 Mbps, tomará mais 17 minutos a 2,5 Mbps, que é a velocidade real da minha rede.</p>
<p>Ok, talvez não seja o maior problema do mundo, mas por que eu deveria esperar 17 minutos a mais se eu pensava ter pago para evitar isso? E, como descobri, ainda tenho sorte. Muitos consumidores conseguem apenas 50% da velocidade que eles imaginavam ter contratado.</p>
<p><strong>Pouca concorrência</strong><br />
Se nós estivéssemos falando de qualquer outro serviço para o consumidor, você teria a chance de fazer negócio com um concorrente. Mas não em banda larga. Segundo Chris Riley, conselheiro de políticas do gupo de defesa do consumidor Freepress, “96% dos EUA têm no máximo duas escolhas para banda larga”.</p>
<p>Os EUA não sofrem apenas com a ausência de um padrão para um serviço aceitável de banda larga; não há sequer uma definição padrão do que seja banda larga. A FCC tem começado a coletar dados sobre velocidades de conexão por todo o país, como parte do Plano Nacional de Banda Larga. É uma boa ideia, mas ei, é 2010! Por que já não temos essa informação? Por que, como aponta Eric London, da Open Internet Coalition, os provedores de internet podem chamar de banda larga conexões de 90 kbps?</p>
<p>A taxa de 90 kbps soa como relíquia da época de modems analógicos, mas de fato essa é a velocidade que você tem com seu iPhone quando é forçado a se conectar à esclerótica e quase inútil rede Edge da AT&amp;T.</p>
<p><strong>Meta para 2020</strong><br />
Autorizado pelo Congresso americano, o Plano de Banda Larga define inúmeros objetivos para a infraestrutura de dados dos EUA. A mais notável delas promete acesso de 100 Mbps para a maior parte do país em 2020. Para atingir essa meta, a velocidade média das conexões no país deverá ser multiplicada por cinco.</p>
<p>Os dados estão incompletos, mas a FCC cita pesquisas privadas que indicam que os clientes de banda larga não estão recebendo a conexão pela qual pagaram. De fato, os assinantes estão, em média, experimentando velocidades de download que são aproximadamente 40% a 50% inferiores àquelas anunciadas como “até” pelas quais pagaram. As velocidades de upload giram em torno de 45% da anunciada. Tudo indica que a média real de velocidade de download é de 4,1 Mbps.</p>
<p>“Não há desculpa para a indústria usar velocidades com a expressão ‘até’”, disse Joe Ridout, da Consumer Action. “Isso é inútil para os consumidores. A FCC deveria exigir o uso de velocidades médias.”</p>
<p><strong>Marketing tendencioso</strong><br />
O triste é que o marketing tendencioso dos serviços de banda larga não é o único jogo de números projetado para iludir os consumidores. Impressoras são comercializadas como capazes de imprimir “até” um certo número de páginas por minuto – uma velocidade que raramente pode ser atingida no mundo real. De forma similar, os caros cartuchos de tinta são comercializados da mesma forma, e se você pensa que é difícil notar quão rápido sua impressora imprime, tente manter o controle de quantas páginas você consegue obter com um jogo de cartuchos.</p>
<p>Com PCs e câmeras, as coisas são um pouco diferentes. Se a Intel diz que um chip funciona a 1,63 GHz, ele provavelmente o fará. Se sua câmera foi projetada para uma resolução de 10 Mpixels, é o que você terá. No entanto, tem levado um longo tempo para os consumidores olharem por trás desses números e entenderem o que eles realmente significam. Como muitos de nós aprenderam, as velocidades de CPU e os megapixels, por eles mesmos, dizem muito pouco sobre o desempenho de um PC ou a qualidade de uma foto digital no mundo real.</p>
<p>Infelizmente, há questões reais sobre a confiabilidade dos testes de download e de upload. As velocidades de conexão caem drasticamente perto da hora do jantar na maior parte dos EUA, que é quando os consumidores entram na internet.</p>
<p>E os testes são frequentemente inconsistentes. A FCC, por exemplo, tem usado dois provedores: Ookla e M-Lab. Nos testes da minha conexão DSL, eu vi variações relativamente menores nos resultados entre os dois serviços, mas outros mostraram profundas diferenças.</p>
<p>Em um artigo publicado recentemente no Los Angeles Times, o jornalista David Lazarus disse que sua conexão de cabo foi medida por um dos serviços da FCC e atingiu 18 Mbps; alguns segundos depois, a outra reportava velocidade de 6 Mbps. E se você usa um dos inúmeros testes de velocidade em sites privados, sabe que os números podem resultar em qualquer coisa. Minha conexão de 2,5 Mbps (de acordo com a Ookla) caiu para 1,16 Mbps quando medido pelo Shopper.com da Cnet.</p>
<p>E você pensava que seu açougueiro é quem tinha um dedo pesado.</p>
</div>
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